Nos Bastidores do Festival



0126O evento promovido pela organização Adventista da região central de São Paulo também contou com a participação de pessoas de fora da rede adventista para sua realização. Lurdes, Magna, Jorge, Frankli e Jesiel são alguns dos nomes envolvidos direta ou indiretamente no “Festival de Esperança”, que aconteceu no Guarani. Pessoas dos bastidores que perceberam algo diferente neste Festival.

Frankli Carvalho e Jesiel Antonio da Silva fazem parte de equipes contratadas para o evento. Acostumados a trabalhar em vários eventos, ficaram surpresos com o formato, proposta e a organização do Festival. “Tive uma sensação muito boa, de paz. Faço muitos eventos, mas este transmitiu paz”, disse Frankli, chefe dos bombeiros, responsável por uma equipe de seis colegas e mais três enfermeiras e uma ambulância UTI.

Jesiel Antonio da Silva, da empresa Prado Áudio, responsáveis pela a iluminação e som, falou da tranquilidade em trabalhar neste tipo de programação. “É um tipo de evento que não pesa na alma, deixa o profissional tranquilo. Não existe bebida, nem drogas, além de sempre ter uma mensagem, coisa diferente dos outros palcos”, avaliou. Considerou como mais importante o aspecto pessoal. A forma com que o próprio palestrante, o pastor Luís Gonçalves, tratou as pessoas. “O pastor fala com você, te cumprimenta e isso é o mais importante”, ressaltou Jesiel.

Funcionária do Guarani, Aparecida de Lurdes Moreira, estava simplesmente cumprindo sua rotina de limpar o banheiro feminino, quando foi atraída pelo louvor que vinha de dentro do Ginásio. Ao ouvir a programação se emocionou tanto com a mensagem cantada, quanto com a mensagem falada. “A palavra de Deus é sempre muito boa… e o louvor me comove muito, gosto muito de louvor”, confessou.

037Já para Jorge Freire, zelador do ginásio há nove anos, esse seria apenas mais um evento no qual ele teria a responsabilidade de abrir e fechar as portas. Mas o contato direto com as pessoas envolvidas e toda a programação, o fez perceber que este não era um programa como os outros. “Eu nunca vi um evento desses ao vivo, ele é diferente dos que acontecem aqui. Esse focalizou a Deus e isso é o mais interessante, além das pessoas serem muito bacanas e humildes”, comentou Jorge, segurando o livro “Sinais de Esperança”, que ganhou de um dos pastores do evento.

E foi por causa de um desses livros distribuídos em Campinas, que Magna Sousa, que não foi nem contratada para o evento, nem é funcionário do Guarani, soube do Festival. Junto com alguns familiares, montaram sua barraquinha de cachorro-quente na frente do ginásio, com um cardápio adaptado ao público adventista. Magna começou a ler o livro no mesmo dia em que o recebeu. “Comecei a ler o livro em casa na hora do almoço para todos”, afirmou Magna.

Allana Ferreira

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